sábado, 13 de setembro de 2014

Budô não é exatamente a "arte da guerra"

Eu particularmente não gosto do termo "arte marcial", mas aparentemente é a tradução mais próxima de nosso idioma que conseguiram encontrar para o termo japonês "budô" (武道).

Minha razão é simplesmente a ênfase na palavra "guerra".

De certo, o termo budô surgiu no campo de batalha, na necessidade da especialização do confronto corpo-a-corpo, estudando técnicas combate para finalizar um conflito da forma mais eficiente possível.

Mas se a "arte marcial" é a arte da guerra, ela não faria sentido fora do contexto da guerra. Ou faria?

Apresentação

Saudações, bem-vindo a meu novo blog.

Aqui serão parcamente compartilhados em relativamente bom português, os inúmeros pensamentos pessoais relacionados às artes marciais e filosofias correlatas que há anos se espalham aleatoriamente nos meus blocos de notas.

Dedico esses escritos à todos os praticantes que, como eu, buscam um "algo a mais" em suas vidas, e escolheram o caminho incerto e árduo das artes marciais para encontrá-lo, seja lá o que isso venha a ser exatamente.

Certamente, muitos dos assuntos que aqui serão tratados estarão diretamente relacionados ao Aikido, pois é o caminho que empiricamente eu seria mais proficiente. Porém, convido todos os navegantes que aqui chegaram por acidente do destino, praticantes da arte ou não, a manter a mente e o espírito abertos para quem sabe aproveitar visita.

Acredito que qualquer pessoa tem algo importante para dizer, só é preciso um pouco de paciência e boa fé para ouvir.

Depois de tantos anos perambulando pelo tatame, acabei acumulando um considerável número de experiências. Pois bem, este é meu registro de retorno para o mundo, em agradecimento por todas essas oportunidades.

Se algum leitor encontrar aqui alguma ideia que o leve a refletir e de alguma forma influenciar positivamente sua vida, não perca tempo agradecendo, espalhe a palavra.

Obrigado.